As contas do presidente Vitorio Piffero foram reprovadas pelo Conselho Deliberativo. Ok, mas o que isso quer dizer? E o que vai acontecer com ele ou a gestão então? Vamos lá:

Primeiro: Não irá acontecer nada com Piffero ou qualquer outra pessoa que trabalhou com ele. Não existe, pelo menos até o momento, nenhuma prova ou evidência que comprove algum tipo de roubo ou desvio. Então, segue tudo como está.

Segundo: As contas são reprovadas quando o que foi colocado no balanço do clube não reflete a realidade encontrada dentro do mesmo. Exemplo: se o presidente faz uma péssima gestão, quebra a instituição, deixa uma dívida de R$ 100, R$ 200 milhões, e isso é relatado no balanço, as contas são aprovadas. Neste caso do presidente Piffero, o Conselho não reprovou estas contas porque existem dívidas, mas sim porque existem falhas graves nos controles de gastos internos, tem casos que existe a nota de prestação de serviço, mas não tem o contrato firmado entre as partes. A outra alegação é de atrasos no pagamento do Profut. Só que é importante dizer que a demonstração financeira foi correta, foi relatado tudo que entrou e saiu durante a temporada e o que restou nos cofres. O “erro” está em como tudo foi feito.

Pedro Affatato, ex-vice de finanças, acredita que as contas foram reprovadas por conta da segunda divisão. Segundo ele, todas as outras gestões também apresentavam estes problemas, mas tinham suas contas aprovadas. Desta vez, o péssimo resultado do campo pesou no Conselho.

Em tempo 1: Um dos atos reprovados e que terá uma sindicância para averiguar foi o fato de ter alugado o Centro de Eventos por R$ 300 em certa ocasião e nas outras ele era alugado por R$ 15 mil. Só que o local foi alugado para o ex-zagueiro Índio, promover o lançamento de um produto seu.

Em tempo 2: A segunda sindicância será para analisar os valores gastos com uma empresa que faz asfalto.