Renato foi mal, muito mal. Sua escolha de colocar praticamente todo o time reserva, só Grohe e Edílson de titulares, foi comprometedora. O treinador coloca em risco a campanha na Libertadores pensando na semifinal do Gauchão, contra o Novo Hamburgo. Sim, priorizar Gauchão em detrimento da Libertadores. Juro que é bem difícil de explicar. O empate em 1 a 1 foi um baita negócio, apesar da péssima decisão tomada pelo treinador, o Tricolor é o líder do seu grupo.

Em campo, o volante Arthur foi o melhor, apesar de jogar um pouco mais na frente, ele desarmou, ajudou na marcação, deu ótimos passes e conseguiu fazer a ótima assistência pro gol de Pedro Rocha. Pedro que entrou no segundo tempo e mandou bem demais. Além do gol, pegando de primeira no ar e com a perna esquerda, ele quase fez um golaço girando no zagueiro e batendo de três dedos. A bola bateu na trave. Uma pena. Só que parou aí, Grohe fez boas defesas boas, mas deu.

O problema é que tivemos jogadores bem abaixo. Lucas Barrios errou 3 gols que estavam feitos, coisa que centroavante não pode perder. Frente a frente com o goleiro não dá pra errar. E errar mais de uma vez então é comprometer o desempenho do time. Por fim, Edílson e Bressan falharam feio no gol do Guaraní. Mas Edílson ainda tem créditos. A lamentar mais um jogo com falhas e desatenções de Bressan. Ele e Barrios foram os piores em campo, seguidos de perto por Michel, que foi expulso aos 15 minutos do segundo tempo pelo segundo amarelo em faltas que poderiam ser evitadas.

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