Uma das irregularidades da auditoria realizada no Inter apontou vários adiantamentos financeiros. Valores que saíam do caixa sem nenhuma nota para comprovar os gastos. Só que um destes casos é o do pagamento de Lisandro López.

O argentino acertou receber R$ 150 mil na carteira e R$ 300 mil em direito de imagem, que é pago em notas de empresas abertas pelos jogadores. O problema é que Lisandro demorou para conseguir criar uma empresa no Brasil. Por 8 meses, a quantia saía sem notas do clube.

Depois, já com a empresa regularizada, o atleta foi até a direção e entregou toda a documentação organizando sua vida.

Mesmo assim, a auditoria apontou que este foi um procedimento errado da gestão passada. Mas o que os antigos dirigentes se defendem é que isso não quer dizer que o valor foi roubado. São situações que precisam ser profissionalizadas internamente. Só que daí até chamar alguém de ladrão tem uma grande diferença, né?

Foto: Divulgação/Inter